quarta-feira, setembro 01, 2010
Jeito de ser. Porque senti que não estava completo.
E estou farta. Tão triste, magoada. Abandonaram. Todos. Deixaram-me. E crio isto, para. Olha. Para! Farta. Eu quero-a. À melodia. Qual delas? E não me faz bem. Inventa, mente! Mas ele nunca se abre! E porque queres? Que queres tu?! Porque és assim? O que queres, é amar? Tu não deixas... E inventas! és tão má. Tão fútil. Horrível. E choras num pedaço de coração que não existe. Cala essa melodia feia! Não finjas... Não cries amor... Sente-o. Vive-o! Ama-o! Deseja-o! Ama. Num pequeno gesto. Leve. Que a brisa leva... E que traiçoeiramente deixa contigo. Entras tu? Por pena?! Porque mudou?! Eu não quero, eu quero! Eu quero! E detesto abrir o peito, que ele só me magoa! E quero ser feliz, e quero sentir de maneira diferente! E que faço? Liberta-me. Quem? Eu própria... Liberta-te. Larga-te do passado. Larga-o. Abandona-o. Como ele te fez. Vinga-te! RENASCE. E tu consegues. Mas tens de o deixar... Tens de "abrilhantar" essa alma escura, baça, inalcançável, que se mostra como um desafio à altura de qualquer um... Sorri. Mas não queres. Porque não podes, nem consegues. Porque há angústia. Nesse coração débil que desesperadamente não quer amor, quer amar! E que se estilhaça, e que vira pedra, cruel, triste, má, nojenta. Nesse jeito que não sou. Nesse desabafo calado. Que só ela percebe. Que não a ajuda. E que mesmo que ajude, ela não aceita, não se conforma. Ela desconfia... ela não se sente certa.
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