sexta-feira, setembro 03, 2010
Guilty. Em dia de julgamentos...
Ou quase nada, ou quase tudo! Por que é que é sempre tão grande... e tão pequeno? Tão duradouro, e tão ligeiro? Tão discreto e tão à vista. De tal maneira macabro que se estende de um extremo, ao outro. E depois pequenas peças encaixam-se para formar um puzzle ainda mais doloroso. Um puzzle nunca completo, ou completo demais. Sempre as dúvidas existenciais! Hoje relembrei-me. E custou. Fez-me sentir algo estranho, uma confusão de tempos. Porque se calhar os tempos para mim sempre foram demasiado separados... E que curioso, tão vago e tão concreto! Para quem tem que ser... Ou talvez não. Culpa. Hoje, inunda-me a culpa... Inunda-me saber que não tenho. Ou que em algum lado se perdeu...
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